Ao fim de 33 dias após a dissolução do casamento, pela primeira vez, ela sentiu-se só.
Muito só.
Mesmo, mesmo só.
Quando estava na cama a tentar ler um pouco, a mente vagueava-lhe e não o conseguiu fazer.
A cadela não sossegava e assim, não podia dormir com 20kg impacientes e irrequietos.
Foi então que lhe deu o baque:
sábado, 31 de maio de 2008
Solidão
sexta-feira, 30 de maio de 2008
AGORA vs ANTES
Hoje, não esteve tranquila.
terça-feira, 27 de maio de 2008
Tranquilidade
Ela nunca pensou conseguir viver sem ele, mas o balanço destas quatro semanas mostraram-lhe o contrário.
Ela consegue viver sem ele e mais, consegue fazê-lo com tranquilidade.
Não afirma que é feliz. Apenas afirma que está tranquila, bastante tranquila: já não se preocupa se ele vem jantar ou não,
se ele dorme em casa ou não,
se ele chega atrasado ou não,
se ele atende o telemóvel ou não,
se ele inventa uma desculpa esfarrapada ou não...
Ele deixou de estar na equação da vida dela e é fantástico!
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Paz
Hoje, ela esteve em paz.
Levou os filhos à lição extra de vela e veio para casa, pois tinha combinado com o pai que seria ele a buscá-los.
Chegou a casa ainda cedo e teve um prazer tão querido, pode dormir até ao fim da manhã, sem se preocupar em fazer o almoço.
Hoje, os filhos tiveram o pai só para eles, coisa quase impensável quando eram casados.
Ao fazer a sua caminhada pontilhada de corrida, ao ouvir a mesma música que tanto a tinha incomodado há dias, ela nada sentiu.
E já nada sente quando ele chega tarde, quando ele não telefona, quando ele mente, quando ele não vem,... porque ele já não faz parte da sua vida.
Enfim, a paz almejada está a chegar!
terça-feira, 20 de maio de 2008
Saudades
Hoje, ao fazer uma corrida e a ouvir música, ela lembrou-se que aquela música foi comprada pelo ex-marido, lembrou-se do prazer que tinham os dois ao ouvir, juntos, aquelas músicas e foi invadida por uma saudade dilacerante:
A correr e a ouvir música, a dor foi, outra vez, dilacerante,
tão dilacerante que teve que chorar e gritar!
Teve que gritar!
De raiva...
Porquê?
porquê o desapego dele?
Porquê?
Quando?
Ela vai ter que aprender a comprar música outra vez...
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Viver
domingo, 18 de maio de 2008
Sobrinhas
Ter sobrinhas é tão bom como ter amigos.
Ter sobrinhas que nos apoioam quando precisamos é fantástico...
Ter sobrinhas que fazem de babysitter para a tia sair também